Páginas

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Grão de mim.

Chove.
E a chuva me leva, não para uma outra margem, mas para o fundo.
Onde moram sossego e recordações, ninadas pelo som da água [de aguardar].
Quisera eu entender o tempo. Do mundo, do outro, meu.
Mas tudo é tão relativo.
E o que quero, por vezes, não quero mais.
E o que sinto, ainda, não sei dizer.
Tempo, espaço e fim. Longes...
Histórias são sempre assim?
Contratos feitos com o tempo. Nalgum lugar que existe em mim.

Quero me encontrar.
Através do meu coração que não pára de seguir, meu caminho.
Essa busca é o que nos une.
Então vem!


Nenhum comentário: